E agora algo totalmente diferente:
Mesmo num vídeo com baixa resolução e passado a alta velocidade dá para ver a “beleza” que são as estradas de Cracóvia.
E agora algo totalmente diferente:
Mesmo num vídeo com baixa resolução e passado a alta velocidade dá para ver a “beleza” que são as estradas de Cracóvia.
Notícia do MaisFutebol:
O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, esteve em apuros esta semana por causa do futebol. Não que tenha decretado qualquer medida de que os adeptos ou dirigentes não gostassem. Tusk é que foi apanhado a jogar futebol, quando devia estar numa votação parlamentar sobre pensões.
Grande fã de futebol, Tusk tem por hábito dar uns toques com os amigos (ou com membros do seu partido) quando pode. Desta vez, esqueceu-se das suas funções de ministro quando viu uma bola à frente e decidiu trocar a votação parlamentar de quinta-feira à noite por uma «peladinha». O problema maior foi o facto de a televisão privada polaca TVN o ter apanhado em flagrante. Lech Kaczynski, o maior rival político de Tusk, já reagiu. «Qual foi o resultado do jogo? Será que o primeiro-ministro marcou dois golinhos ou não?», comentou com ironia aos jornalistas.
Donald Tusk assumiu o erro e admitiu que não tinha «palavras para justificar a falta» na Assembleia. Pediu desculpas e prometeu não repetir.
PS – Hoje não é um bom dia para escrever sobre futebol, pois não?! Até eu me senti envergonhado…
O bom: vê-se optimamente online, mesmo no estrangeiro.
O mau: tem TVI no nome!
Hoje acompanhei um bocadinho da emissão e calhou-me logo ver isto:
Na altura fiquei sem a certeza se tinha ouvido bem, mas como agora vivemos no futuro pude (através da powerbox) voltar atrás na emissão e confirmar! Depois filmei a TV (!) com a máquina fotográfica e fiz o upload do vídeo…
Em relação ao canal, apesar de ser sempre bom existirem mais conteúdos em português, acho que pelo menos para já continuo a preferir de longe a SIC Notícias (onde também já tiveram umas gaffes engraçadas).
E o momento “Liga dos Últimos” de hoje chega-nos através de uma reportagem que o Correio da Manhã fez no Salão Erótico do Porto:
“Polacazz! (…) Pula cor!”…
Normalmente nem gosto muito dele, tem tanto de talento como de falta de humildade…
Mas hoje, enquanto português, foi um orgulho ENORME ver o Cristiano levar o prémio para casa. Parabéns, pá!
update: actualizei o post com um vídeo e fiquei com uma dúvida… o que raio significa “podem largar os fogos”? É como “deitar os fogos antes da festa?”
“Numa pequena cidade polaca, Léon vive uma estranha obsessão. Tendo testemunhado uma brutal violação contra Anna, uma jovem enfermeira que trabalha no mesmo hospital que ele, Léon passa o tempo a espiá-la. Segue-a dia e noite. Até que, uma noite, acaba por se esgueirar para dentro de casa de Anna. Observa-a enquanto dorme, deixa-se impregnar pelo seu universo e aos poucos começa a alterar a sua existência. Arranja um relógio, cose um botão, deita fora comida estragada. Mas, até onde irá a sua louca obsessão?”
“Quatro Noites com Anna” marca o regresso ao cinema de Jerzy Skolimowski, um dos maiores cineastas polacos, que não filmava há quase 20 anos, tempo durante o qual se dedicou sobretudo à pintura, apesar das recentes aparições como actor em filmes de Tim Burton, Julian Schnabel e David Cronenberg. Argumentista de Roman Polanski (para quem escreveu “A Faca na Água”), actor, boxeur amador, realizador de “Walkover” (1965), “Deep End” (1970), “Moonlighting” (1982), ou “O Navio Farol” (1986), Skolimowski, um dos nomes da renovação do cinema polaco, foi escolhido com este filme para abrir a Quinzena dos Realizadores em Cannes em 2008. in publico.pt
Ouvi esta manhã na Antena 3 uma referência a este filme que me deixou curioso – o crítico de serviço descreveu-o como “um dos filmes do ano” e desfez-se em elogios ao mesmo. Ainda não tive oportunidade de o ver mas irei fazê-lo assim que tiver oportunidade de o sac… ah… comprar com legendas. Aqui fica o trailer:
Cztery noce z Anną estreia hoje em Portugal, mas os interessados apenas o poderão ver nos cinemas King e Monumental. Depois contem-me como foi!
Voltando às nossas polaquices, hoje deixo-vos um anúncio ao qual achei imensa graça:
- Can I get one?
- No!
- What?
- I’m affraid you can’t…
- Why not?
- You’re not from Poland.
- I am not from Poland, but I’m in Poland!
- Sorry!…
A parte cómica é que é mesmo assim que as coisas se passam na vida real! A única diferença é que os "No!", "I’m affraid you can’t…" e "You’re not from Poland" são-nos quase sempre ditos em polaco e só depois de apresentar tantos documentos que até os sistemas informáticos se confundem é que se tornam em "Maybe…" ou em "Yes!".
Que ninguém acuse o WBK de publicidade enganosa!
Guten morgen!!
Como hoje é Dia da Criança, deixo aqui um vídeo que descobri há dias no Canal Panda:
Está giro. Não é tão inspirador como o Força da nossa Nelly Furtado, mas imagino que durante Junho seja das músicas mais populares entre a pequenada. E já só faltam 28 dias para a grande final!
No post de hoje poderia contar-vos a história de um aeroporto feito de relva, de um avião podre (que até tinha uma porta de cartão) e do que uns portugueses fizeram para passar um Domingo diferente. Mas… palavras para quê? Há um vídeo!
Aqui está:
Este foi certamente um dos momentos "mais altos" do ano! Eh! Eh!
É verdade que foi chato para todos nós perder uma vez mais com a Grécia, mesmo tratando-se de um jogo amigável. Mas acreditem… seria bem pior jogar em casa com os Estados Unidos, esperar uma vitória fácil e acabar goleado! Foi precisamente o que aconteceu à Polónia.
Desde que ficaram à frente de Portugal no apuramento para o Euro, que o moral dos polacos em relação ao futebol anda(va) bem alto. De um momento para o outro deixaram de se achar uns coitadinhos e passaram a acreditar que é possível jogar de igual para igual com as equipas mais fortes do mundo. O Leo Beenhakker é tratado com um Deus pois é considerado o grande responsável pelo salto aparente que o futebol polaco deu desde o último Mundial. Graças ao bom momento que a Selecção parecia atravessar, antes deste jogo apenas se discutia por quantos é que "iríamos" ganhar.
Tendo em conta este cenário, bem podem imaginar o quão doloroso foi ver a equipa maravilha perder em casa por 3-0 com um adversário que era teoricamente mais fraco (na verdade os Estados Unidos nem fizeram um grande jogo; apenas jogaram de forma simples, objectiva e eficiente – e até estiveram mais perto de fazer o 4-0, do que a Polónia o 3-1).
O jogo foi em Cracóvia e eu estive lá. Passei uma hora a levar com neve na cara para poder comprar os bilhetes e a única coisa que se aproveitou foi isto:
Aparentemente a versão original do Hino é muito longa e nos jogos de futebol cantam-se apenas os primeiros versos:
Jeszcze Polska nie zginęła,
Kiedy my żyjemy.
Co nam obca przemoc wzięła,
Szablą odbierzemy.
Marsz, marsz, Dąbrowski,
Z ziemi włoskiej do Polski,
Za twoim przewodem
Złączym się z narodem.
Marsz, marsz, Dąbrowski,
Z ziemi włoskiej do Polski,
Za twoim przewodem
Złączym się z narodem.
Apesar das equipas estarem a jogar como estão, ainda sonho com uma final Portugal-Polónia (com vitória de Portugal!)…
PS – O próximo post tem de ser a contar como foi a Páscoa em casa da família da Magda!