TVI24

O bom: vê-se optimamente online, mesmo no estrangeiro.

O mau: tem TVI no nome!

Hoje acompanhei um bocadinho da emissão e calhou-me logo ver isto:

Na altura fiquei sem a certeza se tinha ouvido bem, mas como agora vivemos no futuro pude (através da powerbox) voltar atrás na emissão e confirmar! Depois filmei a TV (!) com a máquina fotográfica e fiz o upload do vídeo…

Em relação ao canal, apesar de ser sempre bom existirem mais conteúdos em português, acho que pelo menos para já continuo a preferir de longe a SIC Notícias (onde também já tiveram umas gaffes engraçadas).

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Foi o sistema

Hoje, ao passear no expressoemprego (à procura de coisas para um amigo de um amigo que precisa ;-) ) encontrei isto:

 

Se a empresa se chamasse mesmo Naked International Consulting até tinha piada. Sacana do corrector ortográfico que não reconhece palavras de Leste… ah… da Europa Central!

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Aqui não há Carnaval

Quer dizer… haver até há, só que não dura três dias e não tem máscaras, serpentinas, confettis ou desfiles.

Na Polónia chamam Karnawal a todo o período que vai desde o Natal até à quarta-feira de cinzas e, tanto quanto sei, não há nenhuma celebração específica desta altura à excepção da “quinta-feira gorda” em se comem imensos pączki.

E isto só para partilhar que amanhã não é feriado e tenho que ir trabalhar como normalmente. Bah! :-(

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Foi assim que aconteceu – Parte I

O ano era 2008. Naquela altura as economias mundiais atravessavam um momento extremamente conturbado e olhar para a evolução dos índices bolsistas ou dos mercados cambiais deixava-me quase sempre de mau humor.

Tal como os mercados financeiros, também a minha vida passava por uma fase estranha. Ao final de mais de dois anos em que fora bastante feliz vivendo em Cracóvia, começavam-me a surgir muitas dúvidas e questionava-me cada vez mais frequentemente sobre qual o motivo de ainda lá estar. Andava cansado do meu emprego e sentia cada vez mais que a hora de deixar tudo para trás se aproximava rapidamente.

Nos últimos meses dera-me conta de que mais do que os sítios, o importante são as pessoas, as experiências vividas e as memórias que estas deixam em nós. A minha Cracóvia poderia facilmente ter sido em qualquer outra parte do mundo. Mas calhou ser ali, a mais de 3.000 km daquela que será sempre a minha verdadeira casa.

Embora fossem cada vez mais as razões para abandonar Cracóvia, a verdade é que estranhamente não conseguia deixar de gostar daquela cidade nem daquele país – as memórias de tudo o que por lá vivera desde 2003 não permitiam que tal acontecesse.

Criara laços afectivos demasiado fortes e não os queria cortar de uma forma brusca. O ideal seria encontrar algo que me ligasse de uma forma mais sólida àquele sítio, mesmo que entretanto deixasse de lá viver.

Então o que fiz?

Bem… não sei como contar isto sem que pareça uma decisão muito estranha, mas na verdade ponderei muito sobre o assunto antes de tomar qualquer decisão. Considerei os prós e os contras, fiz análises SWOT vezes sem conta e tive em atenção o facto de ser uma simultaneamente uma decisão emocional e financeira. Demorou muitos meses a concretizar-se, mas por estes dias já é uma certeza: comprei um apartamento em Cracóvia!!!

É um T0 pequenino, mas é meu! Ficarei a pagar uma mensalidade exactamente igual à renda que pago na casa onde (ainda) moro, mas ao menos estou a investir em algo realmente meu! Quando mudar de ares penso que não terei muitas dificuldades em o alugar…

Ainda ficam muitos capítulos por contar sobre esta história, mas os detalhes deixo-os para mais tarde.

PS – Antes que se comecem a interrogar: não, o apartamento não significa que esteja a pensar viver em Cracóvia para sempre. Muito pelo contrário!

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"Miúdas estrangeiras"

E o momento “Liga dos Últimos” de hoje chega-nos através de uma reportagem que o Correio da Manhã fez no Salão Erótico do Porto:

“Polacazz! (…) Pula cor!”…

:-)

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O verdadeiro fenómeno

Tal como uma fénix, o nosso Mantorras insiste em renascer das cinzas quando já mais de meio o mundo o dá por acabado. Ontem, nos primeiros cinco minutos em que o deixaram jogar neste campeonato, resolveu um jogo daqueles em que parecia que a bola nunca iria entrar.

Mantorras continua coxo e vai ficar assim para o resto da vida. Provavelmente a maior parte dos jogadores no lugar dele já teria abandonado o desporto profissional; mas o querer, a determinação, a perseverança e a alegria que este menino tem em jogar à bola fazem com que não nunca desista nem pare de acreditar em si mesmo.

É um exemplo bonito e por isso ontem festejei o golo do Benfica como há muito não fazia. Agora é continuar a ter fé que nos 14 jogos que faltam para o final do campeonato S. Pedro nos continue a salvar e repita o que fez com Trapattoni.

A propósito do mesmo tema, gostaria de saber quem faz as capas dos jornais desportivos em Portugal. É que são tremendamente “originais”:

   

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