And the Oscar goes to…

…. Katyń?

Parcialmente gravado em Cracóvia, Katyń é um filme do realizador polaco Andrzej Wajda e está nomeado para os Óscares na categoria de "Melhor filme em língua estrangeira".

Este filme, baseado em factos verídicos, relata o massacre de milhares de prisioneiros de guerra polacos (um deles era o próprio pai de Andrzej Wajda) às mãos das forças Soviéticas em 1940.

Ainda não tive oportunidade de o ver uma vez que nos cinemas polacos era impossível encontrá-lo legendado em Inglês. Penso que o DVD (que já está à venda) será legendado pelo que espero em breve poder ter uma opinião sobre o mesmo.

Conseguirá arrebatar o Óscar? Logo à noite já saberemos…

update: O Óscar foi ganho por The Counterfeiters, um filme austríaco também sobre a Segunda Guerra Mundial. De qualquer modo Katyń continua a ser uma obra a não perder!

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Mais marketing

Hoje, ao ler o jornal, pensei ter encontrado mais uma polaquice:

Ben-Gay® ben-gay-polska-2

No entanto, depois de uma pesquisa rápida no Google, descobri que o Ben-Coiso é um creme para as dores musculares que é comercializado pela Pfizer em (quase) todo o mundo. Apesar disso o nome do produto vendido na Polónia consegue ser ligeiramente mais giro do que a versão internacional, pois ainda não perdeu o hífen.

Qual o motivo de venderem um produto com este nome? A resposta está aqui

PS – Está frescote lá fora! Vi que a previsão para amanhã dão 10 graus negativos.

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Fonix!!!

Depois de andar uma semana a "ameaçar" o meu amigo italiano de que agora Portugal tem um "GRANDE" ponta de lança chamado Makukula e que por isso iria ganhar, acabámos por perder por 3-1!

Bolas! Desde que vivo na Polónia que a selecção perde invariavelmente todos os jogos que eu queria mesmo que ganhássemos!

Resta-me acreditar que, quando for mesmo a sério, os rapazinhos joguem como realmente podem e sabem…

:-(

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Cinco anos mais tarde

Hoje sinto-me nostálgico. Há exactamente cinco anos vivi aquele que gosto de recordar como o primeiro dia do resto da minha vida…

No dia 5 de Fevereiro de 2003 aterrei pela primeira vez na Polónia. Na altura pouco sabia sobre o país – apenas que era o destino mais longínquo que a minha universidade oferecia, que era frio, barato e também tinha ouvido qualquer coisa sobre as Polacas serem jeitosas!

Era preciso visto e tudo!

A Polónia ainda não era parte da União Europeia e, ao contrário do que acontece hoje em dia, era um destino muito pouco popular entre os estudantes Erasmus. 2003 foi o segundo ano em que a “minha” universidade (a Akademia Ekonomiczna w Poznaniu) acolheu alunos ao abrigo deste programa e éramos apenas 12! :-)

Optámos por viver os 12 numa residência universitária (chamava-se Feniks e tinha um ginásio na cave!) com outros alunos polacos e graças a isso integrei-me facilmente na vida estudantil local. O facto de ser o único português tornou a experiência ainda mais inesquecível – lembro-me o estranho que foi voltar a Portugal e conseguir entender o que as pessoas diziam na rua.

Passado todo este tempo continuo a pensar que aqueles 6 meses de 2003 foram os mais intensos da minha vida. Apesar de hoje achar normal ter amigos espalhados por toda a Europa, naquela altura isso foi algo de novo e que me marcou profundamente; foi também a primeira vez que estive tanto tempo longe de casa e aprendi imenso com a experiência.

Durante este período viajei, fiz amizades fortes, bebi litros de cerveja, apaixonei-me, fui a festas quase diariamente, desapaixonei-me, experimentei novos sabores, vi nevar, ri, chorei, reapaixonei-me, diverti-me, senti saudades, senti-me livre e independente, passeei, emocionei-me… Vivi!

Recordo com muitas saudades o tempo que vivi em Poznań mas as experiências e as amizades ficaram para sempre.

Resumindo: Façam Eramus, pá!!!

PS – Se já não tiverem oportunidade de fazer Eramus ao menos vejam o L’Auberge Espagnole. É um dos meus filmes preferidos e retrata de forma muito fidedigna a experiência Erasmus do princípio ao fim.

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Natal…

Está bem que o Natal é quando um Homem quiser, mas estarmos a 4 de Fevereiro e ainda haver árvores montadas em certos locais de trabalho é capaz de ser um exagero. Ou não?!

Por aqui ainda é Natal!

Desculpem lá a falta de updates nos últimos tempos, mas Janeiro foi um mês em que trabalhei mais horas do que gostaria ter trabalhado!

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